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A praticidade do corte de La Lastra


por Marina Ferraz en 13/09/2011

Técnicas rápidas e velocidade de corte são as marcas da família de La Lastra. Na manhã do último dia da 7ª Beauty Fair, Francisco de La Lastra ensinou alguns cortes em um workshop descontraído e cheio de informações.

Francisco de La Lastra mudou-se com 18 anos para Barcelona e estudou no Instituto Llongueras. Antes de voltar ao Brasil e se juntar à família, trabalhou na Suíça, França, Itália e Espanha. Hoje, são três de La Lastras que trabalham juntos: Francisco, Rodrigo e Rafael. O que define o trabalho dos irmãos é, além da praticidade, a velocidade. “Hoje, 30 minutos é muito tempo pra um único corte. Nossas técnicas permitem que esse mesmo corte seja feito em 10 ou 15 minutos, no máximo”, explica.

Essa rapidez no corte, no entanto, não pode ser confundida com descaso ou um trabalho mecânico. De La Lastra aponta que “o profissional tem que ter cuidado ao dar atenção para uma nova cliente e esquecer aquela que vem há 20 anos. Tem que dar uns minutinhos para todas”. Essa atenção é essencial para determinar qual melhor corte. “Tem que olhar o rosto, a roupa, a conversa, fazer um pouco de visagismo com essa cliente”, diz.

Contrariando o usual nos workshops, o hairstylist chamou mulheres da plateia para serem as modelos. “E olha que não vou cobrar”, brincou. Cortando o cabelo da primeira voluntária, de La Lastra contou o segredo do sucesso de qualquer corte com a marca da família: o cabelo bem molhado e muito bem penteado, já que “qualquer ondulação pode estragar o resultado final”. Ele mostrou como fazer um bom corte chanel (curto e um pouco mais longo), repicar o cabelo, fazer cortes curvos e como dar leveza e movimento ao cabelo. Sempre técnicas rápidas e fáceis de fazer.

Ao longo do workshop, de La Lastra deu outras dicas básicas para ajudar os profissionais. Entre elas, cortar o cabelo em pé, se a altura da cliente permitir, para ter “uma visão melhor do corte”. E no fim do corte, o importante é saber cobrar: “não é porque cortou rápido que tem que cobrar pouco. Se você investiu na sua formação, se trouxe uma novidade, pode cobrar mais”, reflete. 

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